segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016


  




Imagem: www.weg.net




“Ninguém pode construir em teu lugar as pontes que precisarás passar para atravessar o rio da vida. Ninguém, exceto tu, só tu”...
NIETZSCHE

Viver como quem observa de uma sacada, envolto de um profundo inverno, mas a busca (in)dispensável pelos primeiros raios de sol que outrora, fora de um verão promissor.
Viver de sombras, mas nunca hesitar em buscar o sol.
Ser a escuridão da noite, mas na madrugada podre dormir agasalhado sob os braços da própria e resignada redenção.
Quem somos?! Nunca o saberia, embora os estudiosos tenham descoberto quem “nos vêm como são e nunca como somos”, mas deste profundo abismo, real e infinito – das varandas do ser – a completude que há em ser sozinho!
Uma nota musica destoada, para alguns, silenciada para outros, mas são notas de uma composição que seria, quem sabe, a nossa própria Ode.
Jaz como flores que perderam a cor e o perfume e estão jogadas nas estradas, sem o olhar cuidadoso daquele que passa – e  quando passa, também há de  passar sozinho!!



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